quinta-feira, 2 de agosto de 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Brigitte Bardot e Dilma: Defesa dos Burros
Brigitte Bardot é incansável na defesa dos animais. Nesta semana nossa presidente Bardot enviou uma carta a presidenta Dilma. Na carta Bardot confirma seu carinho e admiração pelo Brasil e pede a Dilma que auxilie na proibição do comércio de Burros para a China. Sendo que na China esses animais são sacrificados para produção de afrodisíacos. Espero que a presidenta Dilma que também é uma grande personalidade possa apoiar esse projeto e corresponder ao apelo de Bardot. Vida longa para Bardot! Te amo querida Brigitte! Deus te abencoe! Que Bardot continue a reinar em vida com Cristo!
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Brigitte Bardot anuncia voto em Marine Le Pen.
A estrela do cinema francês Brigitte Bardot anunciou que votará na candidata de extrema-direita à presidência francesa, Marine Le Pen, no primeiro turno do próximo domingo.
"Votarei em Marine Le Pen. Acredito que é uma mulher admirável. Nos propõe coisas perfeitas comparadas com as dos outros dois fantoches", disse, em uma referência implícita ao candidato socialista François Hollande e ao atual presidente Nicolas Sarkozy, em uma entrevista ao jornal Nice Matin.
Brigitte Bardot, de 77 anos, que tem como missão a defesa dos animais, afirmou que os métodos rituais nos matadouros é seu principal "cavalo de batalha" e que Marine Le Pen "é a única que denuncia o escândalo. Vida Longa para Bardot!
"Votarei em Marine Le Pen. Acredito que é uma mulher admirável. Nos propõe coisas perfeitas comparadas com as dos outros dois fantoches", disse, em uma referência implícita ao candidato socialista François Hollande e ao atual presidente Nicolas Sarkozy, em uma entrevista ao jornal Nice Matin.
Brigitte Bardot, de 77 anos, que tem como missão a defesa dos animais, afirmou que os métodos rituais nos matadouros é seu principal "cavalo de batalha" e que Marine Le Pen "é a única que denuncia o escândalo. Vida Longa para Bardot!
quinta-feira, 22 de março de 2012
Parabéns Apo. Estevam Hernandes!
Meus Parabéns querido Apo. Estevam Hernandes! Deus tem usado sua vida para transformar a minha. Começei a ser ministrado através de vc por meio de um Renascer praise. Na época eu não tinha acesso a radio gospel e eu sofria por não poder te escutar. De repente a rádio Manchete Gospel passou a ser transmtida em BH. Senti uma alegria imensa! Mas essa rádio ficou pouco tempo, não sei como aquela programação maravilhosa deixou os ares de BH. Por volta de 2006 já no sul de minas passei a te ouvir tdos os dias pela Internet. Minha vida tem sido edificada, louvo a Deus pela sua existência. Que Deus te abençoe sempre. Amo vc e a Bpa.!
domingo, 26 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Jornal da Clube ed:2/ Aparição de Brigitte Bardot 2012
Essa é a foto mais recente de Brigitte Bardot direto de sua Saint Tropez na França. Nossa presidente não tem saído de sua residência nos últimos anos. Segundo ela mesma relata "Eu não me sinto como se, a multidão, fotógrafos ... Acima de tudo, eu não quero me ver! Afinal de contas, eu me conheço melhor do que ninguém (risos). Todos esses dias acabaram. Eu não crescem nostalgia triste. Eu vivo agora e, em seguida, basta!"
Bardot doesnt go of her house!Dear Bardot ,God bless your life!
Bardot doesnt go of her house!Dear Bardot ,God bless your life!
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Brigitte Bardot em Manchete na Clube ed.5/ Nova Biografia de Bardot 2012
A rede clube gospel reproduz no texto abaixo reportagem sobre biografia em homenagem a Brigitte Bardot. Estrela, apesar da relutância, Brigitte Bardot construiu a legenda de uma independência selvagem, desistindo da carreira de atriz pela defesa dos animais: o "mistério Bardot" é descrito numa nova biografia elogiosa da ex-artista francesa.
Nas páginas de "Brigitte Bardot, plein la vue" (Flammarion), ou "Brigitte Bardot para Encher os Olhos", numa tradução livre, Marie-Dominique Lelièvre, do jornal "Libération", apresenta o retrato de um ícone, assumindo sua admiração "pela trajetória, a ousadia e a coragem" da mulher.
"De todos os personagens sobre os quais escrevi, Bardot é o mais complexo, mais que (o cantor Serge) Gainsbourg ou (o estilista Yves) Saint Laurent", disse à AFP Marie-Dominique Lelièvre, uma apaixonada pelos arautos da cultura francesa pop. "Optei por não me encontrar com Brigitte Bardot porque ela exigiria uma releitura do que eu escrevesse. Pesquisei sobre as relações profissionais e de amizade que ela misturou com frequência", acrescentou Lelièvre.
"Criatura gerada pela vontade de outros", sex symbol dos anos 'Sixties' é apresentada, principalmente, como mulher livre, "rejeitando as obrigações e porta-voz de uma geração", estima a autora, passando em revista os amores de B.B. entre eles os quatro maridos sucessivos (Roger Vadim, Jacques Charrier, Gunter Sachs e o atual, Bernard d'Ormale).
Para Marie-Dominique Lelièvre, Bardot foi presa muito cedo da celebridade, "o que a fechou no vazio vertiginoso de seu próprio reflexo".
"Bardot diz e faz o que pensa, sem satisfações a dar, encerrada nela mesma (...)", acrescenta a autora que a descreve hoje como reclusa, fora do próprio tempo e da sociedade. "Com uma carreira devoradora, ela se saiu da melhor forma possível. O ódio ao gênero humano é um antídoto. Possui todos os defeitos e todas as virtudes dos franceses (...) Com sua forma decidida, de grande dama, ela defende os animais, desafiando o ridículo. Sob sua influência, costumes e leis evoluem", destaca a autora.
Sabe-se que Brigitte Bardot sujeita-se aos impostos sobre sua fortuna, administrando seus bens com sagacidade, o que lhe permite viver confortavelmente, embora tenha doado a maior parte das posses à sua fundação para os animais.
A autora passa de leve nas condenações da ex-estrela por incitação ao ódio racial e por sua estigmatização da comunidade muçulmana, regularmente questionada pelo sacrifício de carneiros na festa do Aïd.
"Sua maneira de envelhecer, enfrentando a idade de frente, numa época que esconde a velhice, é uma marca de de coragem", destaca Marie-Dominique Lelièvre.
"Bardot é uma rainha. Pode-se abandoná-la, mas nunca destroná-la".
Nas páginas de "Brigitte Bardot, plein la vue" (Flammarion), ou "Brigitte Bardot para Encher os Olhos", numa tradução livre, Marie-Dominique Lelièvre, do jornal "Libération", apresenta o retrato de um ícone, assumindo sua admiração "pela trajetória, a ousadia e a coragem" da mulher.
"De todos os personagens sobre os quais escrevi, Bardot é o mais complexo, mais que (o cantor Serge) Gainsbourg ou (o estilista Yves) Saint Laurent", disse à AFP Marie-Dominique Lelièvre, uma apaixonada pelos arautos da cultura francesa pop. "Optei por não me encontrar com Brigitte Bardot porque ela exigiria uma releitura do que eu escrevesse. Pesquisei sobre as relações profissionais e de amizade que ela misturou com frequência", acrescentou Lelièvre.
"Criatura gerada pela vontade de outros", sex symbol dos anos 'Sixties' é apresentada, principalmente, como mulher livre, "rejeitando as obrigações e porta-voz de uma geração", estima a autora, passando em revista os amores de B.B. entre eles os quatro maridos sucessivos (Roger Vadim, Jacques Charrier, Gunter Sachs e o atual, Bernard d'Ormale).
Para Marie-Dominique Lelièvre, Bardot foi presa muito cedo da celebridade, "o que a fechou no vazio vertiginoso de seu próprio reflexo".
"Bardot diz e faz o que pensa, sem satisfações a dar, encerrada nela mesma (...)", acrescenta a autora que a descreve hoje como reclusa, fora do próprio tempo e da sociedade. "Com uma carreira devoradora, ela se saiu da melhor forma possível. O ódio ao gênero humano é um antídoto. Possui todos os defeitos e todas as virtudes dos franceses (...) Com sua forma decidida, de grande dama, ela defende os animais, desafiando o ridículo. Sob sua influência, costumes e leis evoluem", destaca a autora.
Sabe-se que Brigitte Bardot sujeita-se aos impostos sobre sua fortuna, administrando seus bens com sagacidade, o que lhe permite viver confortavelmente, embora tenha doado a maior parte das posses à sua fundação para os animais.
A autora passa de leve nas condenações da ex-estrela por incitação ao ódio racial e por sua estigmatização da comunidade muçulmana, regularmente questionada pelo sacrifício de carneiros na festa do Aïd.
"Sua maneira de envelhecer, enfrentando a idade de frente, numa época que esconde a velhice, é uma marca de de coragem", destaca Marie-Dominique Lelièvre.
"Bardot é uma rainha. Pode-se abandoná-la, mas nunca destroná-la".
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